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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Até o fim do século 19, o brasileiro já foi um sedentário convicto....

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O futebol chegou ao Brasil em 1894, pelas mãos do engenheiro brasileiro Charles Miller, que difundiu o esporte após trazer chuteiras, bola e uniformes da Inglaterra e participar da primeira partida entre times brasileiros em 1895. Ele também organizou o primeiro campeonato. O futebol era, como todos os esportes então, passatempo de elite, que só cairia no gosto do povo na década de 1920
Antes do futebol, havia o remo, natação e atletismo, promovidos por associações de imigrantes. Tradicionalmente, a sociedade brasileira abominava a atividade física, vista como coisa exclusiva de escravos. A capoeira, encarada como um treinamento para a fuga de negros rebeldes, era tratada como problema de polícia. Até a metade do século 19, o sedentarismo era o rei: viajantes estrangeiros notaram que brasileiros evitavam até carregar pequenos pacotes, deixando isso para os escravos. Brincadeiras físicas como a peteca, invenção indígena, eram consideradas apenas coisa de criança.
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O preconceito contra atividades físicas começou a ser superado por influência europeia. A Revolução Industrial havia liberado tempo, principalmente das classes médias, o que levou a uma mania por esportes, antes vistos como caprichos da nobreza ociosa ou treinamento militar. O primeiro esporte de massas a aportar no país foi o turfe- onde hoje é o Maracanã ficava o Derby Club, fundado em 1850-, seguido nas décadas seguintes por outras modalidades, algumas das quais não caíram no gosto brasileiro, como rúgbi e o críquete.

Como futebol não se restringe a pelada com os amigos, mas também é um espetáculo, os brasileiros já tinham uma opção: as touradas. Elas existiam desde tempos de colônia e seguiam o modelo português, em que o touro não é morto em frente ao público. Eram muito populares. Havia arenas no Rio, São Paulo, Curitiba, Salvador, Cuiabá e Santos. Foram proibidas por Getúlio Vargas em 1934, junto com os cassinos e rinhas de galo- outro dos raros passatempos da era pré-esportes.

Veja: Frases Engraçadas de Jogadores de Futebol


Os jogadores de futebol vez ou outra, nos alegram com verdadeiras pérolas da língua portuguesa quando são entrevistados.Abaixo algumas dessas pérolas
 

"Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado."
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

"Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja."
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

"Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu."
(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)

"Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola."
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)

"O difícil, como vocês sabem, não é fácil."
(Vicente Matheus)
Comigo ou sem migo,o Atlético não perde para o Cruzeiro (Paulo Isidoro)

Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminava empatado (Neném Prancha)

Mas já acabou!? Que Torneio mais sem graça. Nem tem segundo turno?! (Garrincha, comemorando a conquista da Copa do Mundo da Suécia)

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa completamente diferente (Miguel Livramento)

“Futebol é que nem cachorro-quente. Só serve o que é feito na hora.”
Roberval Davino, O técnico

“Gastei muito dinheiro com bebidas, mulheres bonitas e carros velozes. O resto, desperdicei.”
(George Best)

“Em 1969, eu abandonei o álcool e as mulheres. Foram os piores 20 minutos da minha vida.”
(George Best)

“Eu parei de beber, mas somente quando estou dormindo.”
(George Best)