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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Fantasma voltou pela Pixel editora, excelente

O FANTASMA, lançamento da Pixel

A Pixel lança oficialmente na Bienal do Livro do Rio de Janeiro (mas já pode ser encontrado em algumas bancas) o encadernado O FANTASMA — PIRATAS DO CÉU: A SAGA COMPLETA!,. A revista tem formato e acabamento similares aos dos especiais de LULUZINHA lançados há algum tempo pela mesma editora. Ou seja, capa cartonada, miolo em couché, formato 17 x 24 cm, 128+4 páginas coloridas. O preço é justo, R$ 16,90. 

O Fantasma sempre foi um dos títulos mais populares nas bancas do Brasil. Durante quatro décadas teve uma profusão de lançamentos, entre revista mensal, almanaques, especiais e títulos paralelos, pela RGE/Globo (e Saber, correndo por fora). Isso, até o início dos anos 1990 — período fatídico para os quadrinhos, onde diversos títulos de várias licenciadoras desapareceram e outros, em termos de popularidade, nunca mais foram os mesmos, dada a perda de grande base de leitores de HQs. A Saber ainda lançou, depois disso, algumas edições.

Nos anos 2000, Opera Graphica e Mythos tentaram reanimar o herói em publicações de diferentes formatos e preços (seja luxo, seja pocket), sem sucesso.

A investida mais recente, antes desta, foi da Kalaco, que relançou em 2011 a saga do casamento do Fantasma em capa dura e formato luxo gigante, com preço maior ainda.

O formato ora adotado pela Pixel parece-nos que contentará tanto aqueles que apreciam quadrinhos numa qualidade editorial superior (e é bem o caso aqui) como outros que não dispõem ou não querem dispor de muito dinheiro para adquirir uma revista que, espera-se, tenha certa regularidade de lançamentos (a editora não informa a possibilidade de outros volumes, mas supõe-se que vendas satisfatórias levem a outros).

A Pixel já edita, da mesma licenciadora, RECRUTA ZERO e POPEYE, revistas bimestrais em formatinho. 




O FANTASMA — PIRATAS DO CÉU: A SAGA COMPLETA!
Pixel, King Features Syndicate.
Edição especial, formato 17 x 24 cm, 128+4 páginas cor, capa cartonada, lombada quadrada, miolo em couché, R$ 16,90.

Diz a Pixel: Ícone dos anos 30, sendo o primeiro super-herói humano, com objetivos e sentimentos, O Fantasma é o mais novo lançamento da Pixel Media/Coquetel no Brasil. Criado pelo americano Lee Falk (1911-1999), o mascarado The Phantom, como é conhecido no mundo das HQs, combate o crime usando um anel com a marca de uma caveira, duas pistolas M1911 e o lobo Capeto. A sua base é a “caverna da caveira” na floresta de Bangala (nação fictícia habitada por pigmeus Bandar), onde é conhecido como O Espírito que Anda. Diferente da maioria dos outros super-heróis, ele não tem superpoderes, mas uma grande habilidade física e destreza com armas.

As histórias do primeiro super-herói que usou uniforme nasceram em tiras diárias nos jornais dos Estados Unidos, em 1936. Com o sucesso, o Fantasma passou a ser publicado em revistas de quadrinhos, com a republicação das tiras dos jornais.

O escritor Lee Falk introduziu na saga que pode ser encontrada no lançamento inédito da Pixel Media/ Coquetel, duas novas ideias no mundo do HQ: primeiro, o da pirataria aérea, e, segundo, o de uma quadrilha composta só por mulheres. 

Em relação ao sexo feminino, o mascarado sempre teve à sua volta belas mulheres. A começar pela aristocrática Diana Palmer — mocinha cheia de libido e pé-frio para cair em encrencas. Porém, foi em “Piratas do Céu” que veio uma fauna de vilãs sensuais, muito bem desenhadas por Ray Moore, que deu forma e contornos às ideias de Lee Falk, trazendo o conceito de femme fatale nas artes gráficas. 

Tanto a líder do grupo de “Piratas do Céu”, a implacável Baronesa, quanto a sensual Sala não contavam que se apaixonariam pelo Fantasma. Quando Sala se torna líder do grupo, em “A Volta das Piratas do Céu”, Margo, a segunda no comando, também fica “enlouquecida” pelo personagem. No entanto, quem mexe com o coração do herói é a estonteante Sala. 

O FANTASMA 

Kit Walker é como o Fantasma é conhecido no meio social quando deixa a selva e viaja como um homem comum. Ele se define nas páginas do frenético “Piratas do Céu” como “um serviço secreto de um homem só”. 

Ódio aos ladrões dos oceanos foi sua herança para seus descendentes, que mantiveram imortal o mito do Fantasma, arrebanhando gerações de leitores. Na época de pico do quadrinho, lá pelos idos dos anos 1940 e 50, o vigilante de Lee Falk chegou a ser lido por 100 milhões de pessoas, nas mais variadas línguas, em sua tira diária, iniciada em 1936. 

O Fantasma é uma mistura de referências ao Rei Arthur e à Távola Redonda, ao espadachim Zorro e ao guerreiro espanhol Cid. 

Sobre o autor Lee Falk 

Lee Falk nasceu em St. Louis, Missouri, nos EUA, em 1911, e é conhecido como escritor dos famosos personagens Mandrake e Fantasma. Também escreveu vários livros e teve uma notável carreira no mundo teatral: foi produtor de cerca de 300 peças, dirigiu aproximadamente 100 e escreveu 12. Dirigiu alguns atores famosos, entre eles Marlon Brando. Morreu em 1999. 

Sobre o desenhista Ray Moore 

Nasceu em 1905 e começou a carreira de desenhista como assistente de Phil Davis (Mandrake), até que foi escolhido por Falk para desenhar as tiras do Fantasma, em 1936. Continuou até 1941, quando foi convocado para servir na 2.ª Guerra Mundial. Moore voltou por um breve período entre 1945 e 1946, mas ferimentos sofridos na guerra numa missão como piloto o impediram de continuar. Morreu em 1984. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Concessionária fechada há mais de uma década parece um museu fantasma

Concessionária fechada há mais de uma década parece um museu fantasma

Concessionária fechada há mais de uma década parece um museu fantasma

Nos últimos dias, as imagens de uma concessionária fechada impressionaram os admiradores de carros que passaram pela internet. Localizada em Estrela, no Rio Grande do Sul, a loja que funcionava como uma concessionária Volkswagen encerrou suas atividades em 2002, ou seja, 11 anos atrás.
Diversas fontes apontam que o motivo que levou o proprietário a fechar as portas da Volkswagen Covipa teria sido o aumento da cota de vendas estipulado pela montadora alemã: a demanda passaria de 60 para 160 carros vendidos por mês.
Dessa maneira, todos os funcionários foram demitidos e restou apenas o espaço da concessionária, abastecido com uma série de veículos e peças. No entanto, o que mais impressiona é o estado de conservação do local: o escritório ficou intocado e é possível encontrar materiais de divulgação da montadora, como pôsteres e folders dos modelos, e os carros estão em ótimo estado, alguns têm até mesmo plásticos nos bancos.

Museu fantasma?!

Há quem diga que a concessionária é visitada todos os dias pelo proprietário, que fez questão de manter tudo no lugar durante esses 11 anos. Além das peças, que certamente são raridades no mercado automotivo de hoje, é possível encontrar carros que estão fora de linha, com a quilometragem zerada e outros totalmente conservados, como Fuscas, um Santana e um Quantum.
Pelo estado de conservação do espaço e dos veículos, a concessionária parece um verdadeiro museu fantasma da Volkswagen e o aspecto antigo dos objetos nos faz notar que tudo ali parou no tempo. Confira as fotos e veja algumas das raridades encontradas no local:

Quantum

Fonte da imagem: Reprodução/R7

Santana

Fonte da imagem: Reprodução/R7

Hodômetro zerado

Fonte da imagem: Reprodução/R7

Fusca Série Ouro

Fonte da imagem: Reprodução/R7

Estoque de peças

Fonte da imagem: Reprodução/R7

Carrocerias

Fonte da imagem: Reprodução/R7

Escritório

Fonte da imagem: Reprodução/R7
  • fonte de noticias R7 test rider